Olá, infelizmente, ou felizmente consegui um emprego melhor, sai da casa dos pais e por isso perdi o espaço que possuía para o laboratório, ops, criação de Betta Splends. Ainda possuo aquários, apenas dois com "agua" porem pelo "andar da carruagem" vai demorar para eu voltar a criar e brincar com Bettas. Espero conquistar, em breve (próximos anos) um aquário grande para virar um plantado, mas ate lá, o blog andara desatualizado.
Obrigado pelas visitas.
Aquaurban
Um diaro de um simples aquarista
6 de janeiro de 2014
17 de fevereiro de 2011
canudo para sinfonar
Uma dica que obtive de um casal criador de bettas de Salvador, Francisco e Eliane, foi a de adaptar pequenos “canos” na mangueira de sinfonagem. Ajuda bastante, pois é difícil manter a mangueira “firme” dentro do aquário, evita desta forma, por a mão dentro do aquário, ajudando a minimizar o movimento da água, o qual é indesejável, pois espalha a sujeira que pretende-se sinfonar, e não atrapalha a visão do que esta sugando.
Para a mangueirinha, basta um canudo desses de balão de festa. Comprei um pacote com 10 em uma loja de artigos para festas por R$1,99.
Ajuda muito a não sinfonar alevinos.
15 de fevereiro de 2011
A Pipeta Magica
Um item que considero imprescindível numa criação é a pipeta. Eu pessoalmente fico perdido sem ela.
É com ela que eu distribuo os nauplios de artemia nos aquários, as daphnias. Cato os ostracoides e o que apareça nos aquários. Quando por acidente eu sifono algum alevino de poucos dias, é com a pipeta que “cato” e devolvo ao aquário, pois com redinha as vezes eles ficam preso na malha e morrem.
Alguém pode me perguntar, porque não usar seringa. Digo que não gosto de seringa, depois de algumas experiências não bem sucedidas. Primeiro o empuxo da seringa é muito grande, se não tomar cuidado, acaba matando daphnias, nauplios e alevinos só no ato de puxar para dentro da seringa. Em segundo o penso ser o principal motivo, a seringa possui “cantos”. Diversas vezes tentando fazer o “conteúdo” sair dela, ele ao invés de sair ficava preso nos cantos, e mesmo puxando e apertando varias vezes não conseguia tira-lo da seringa.
Por isso considero a pipeta um dos itens imprescindíveis na minha “estufa”. Quem sabe crio uma lista.
Algo assim (sem ordem de importância):
1. Pipeta
2. fungicida/bactericida industrial
3. folhas de amendoeira (Terminalia catappa L.)
4. redinha/tela de serigrafia
...
25 de janeiro de 2011
"Estufa"
Foto do espaço a mim concedido, para montar minha “estufa”, com restrições.
Montagem da Estufa crua, sem os aquários e equipamentos. Estante reformada, comprado do Rogério Suzart (killie)
23 de dezembro de 2010
O problema da fotografia
Demorei muito para aprender a tirar fotos nítidas, porem ainda não sei tirar uma onde o peixe se parece com a realidade. Para exemplificar posto a foto acima, onde o mesmo peixe aparenta ter duas cores diferentes dependendo da luz. O mesmo acontece com minhas fêmeas, onde se a luz é superior elas são azuis, quando a luz é frontal ela é verde.
22 de dezembro de 2010
Que linhagem trabalhar?
Eu tenho ainda dificuldade, e reconheço que me deixa angustiado é que ainda não tenho criterios, objetivo claro onde eu quero chegar ao selecionar o betta. tenho poucas certezas. Sei que não quero mancha alguma de vermelho no meu peixe, um gene no-red é bem vindo, nao quero marmores, gosto dos azuis verdes e pretos.
Agora tem coisa que nao gostava ate surgir aqui, como, exemplo, nao via graça em betta branco, ate nascer aqui um betta pastel. Sei que não é branco porem comecei a gostar de peixes claros, amarelos.
Um desejo que tenho é de ter um dragon/blue. ou seja um dragon que ao inves de vermelho/branco seja azul/branco, porem agora vi que o gene dragom é uma mutação na camada do azul, ficando dificl ter um dragon com camada inferior azul.
Gosta de coisas que não estão nas categorias oficial, por exemplo considero bonito os raios das nadadeiras levemente "pontudas", nao um crowtail legitimo, com 1/3 da caida em pente, porem um halfmoon com uma pontinhas de 1mm, fica ate facil contar os raios, rs
21 de dezembro de 2010
Memorial Resumido
Em casa sempre existiu um aquário, incentivado pelo meu pai, e de vez em quando a gente comprava ums peixes e deixava lá. A manutenção era extremamente precária. Da mesma forma tinha dois tios meus que mantinham aquários com muitos poecilideos sem muita manutenção, a idéia que eles tinham é que aquário não se mexe, não se lava. Embora estivessem certo, esquecem que o aquário é um ambiente fechado que precisa de manutenção.
Apenas quando eu com meus pais nos mudamos de um apartamento para uma casa eu queria criar algum animal. Já cuidava de plantas diversas, porem o que gostaria era poder ver o comportamento animal, a reprodução, o seu desenvolvimento e crescimento.Como não podia criar animais que “andam” pela casa, por não ter permissão da dona da casa, pensei logo no peixe betta, apesar de nunca tê-lo criado, já o conhecia, por já ter tido aquário, cheguei a comprar antes aqueles livrinhos sobre espécies de peixes, vendidos nas lojas (esqueci o novo) sobre o betta.
Bem isso em 2004, porem sem trabalhar, consegui um aquário, me deram outro, criava poecilideos, comprei um casal de bettas, porem passei quase um ano sem conseguir por o betta para acasalar, nem lembro ao certo do porque. Não participava de grupos de emails (o qual recomendo) seguia o que lia na net. E nada do casal se cruzar. Às vezes morria um, comprava um novo. E segui-se assim ate inicio de 2005.
Nesse meio tempo me interessei pelos killiesfishes, o qual admiro pois considero mais interessante criarmos/valorizarmos animais da nossa própria fauna, afim de preservar e mante-los longe da extinção. Pena que o IBAMA não pense desta forma. Porem como meu foco é reprodução e desenvolvimento meu foco hoje é o betta. Devido aos killies conheci o Rogério Suzart, criador de killie e aquarista desde pequeno, o qual me deu umas dicas sobre o betta. E finalmente em fevereiro de 2005 o meu casal cruzou. Como viajei, só percebi quando voltei, vi o macho defendendo o ninho e afastando a fêmea. E logo depois percebi que alem dos ovos novos no ninho já havia alevino no aquário nadando na vertical, ou seja ele havia cruzado duas vezes em um intervalo de uma semana.
Após isso, veio o longo caminho de procurar saber como alimentar os alevinos, comprando cistos de artemia em loja 5g por uma fortuna, ate comprar em quantidade de fornecedores. Colecionar alimentos vivos, etc. Em 2005 comecei a estagiar e devido aisso fui conseguindo adquirir mais aquários, quer dizer comprava o vidro e montava. Comprei a minha estante de maçaranduba do Rogério. Porem os meus bettas eram vira-latas de petshop, pois mal possuía dinheiro pra comprar ração, imagine comprar um betta de linhagem mais o frete de um criador pagando R$100 ou mais.
Fiquei desempregado, estudando em Universidade federal ficava difícil conciliar o horário da aula para conseguir um emprego. Porem entre 2005 ao final de 2008 cruzei diversas vezes meus bettas vira-latas, e apesar de saber que estão longe de um bom betta de linhagem, eu acredito que fiz progressos, eles não geravam filhos multicoloridos, que é um sinal de má qualidade genética, fui eliminando a cor vermelha, já que buscava um peixes azuis
Porem em novembro de 2008, tive que desmontar minha criação (famosa “estufa”) pois meus pais resolveram reformar a casa, e só agora em dezembro de 2010 é que consegui novamente o espaço, cedido pelos meus pais para montar novamente minha estrutura.
Em breve estarei postando fotos da minha “estufa”, e pretendo registrar qualquer feito meu voltado a esse hobby, desde é claro meus cruzamentos e registro dos mesmos como a montagem de aquários, criação de alimentos vivos, o que vier a surgir.
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